A Saint-Gobain, que atua no mercado vidreiro nacional por meio da Cebrace — joint venture com a NSG Pilkington —, encerrou 2025 com crescimento de 2,1% nas vendas e avanço de 3,8% no resultado operacional em moedas locais. A receita global somou € 46,5 bilhões (cerca de R$ 255,8 bilhões), com margem operacional de 11,4% e EBITDA de € 7,2 bilhões (aproximadamente R$ 39,6 bilhões).
Segundo balanço da empresa divulgado em Paris na última quinta-feira, 26 de fevereiro, o desempenho foi impulsionado pela expansão na Ásia, países emergentes e América Latina, além da retomada gradual na Europa no segundo semestre.
A América Latina avançou 13,5% nas vendas em moedas locais, consolidando-se como um dos principais motores de crescimento. No Brasil, houve ganho de participação em construção leve e fortalecimento das vendas especificadas — estratégia que amplia o valor agregado das soluções e aprofunda a presença em projetos estruturais. A Cebrace passou a produzir, no segundo semestre do ano passado, o primeiro vidro de baixo carbono da região.
Segundo Benoit Bazin, chairman e CEO global, o resultado confirma a consistência estratégica da companhia em um ambiente global desafiador. “Em 2025, a Saint-Gobain demonstrou mais uma vez a força de seu posicionamento estratégico como líder mundial em construção leve e sustentável, com um sólido desempenho operacional e capacidade de superar o mercado tanto em economias desenvolvidas quanto emergentes, mesmo em um contexto global turbulento”.
Para 2026, a expectativa é de continuidade do crescimento, com margem EBITDA superior a 15%, sustentada pela expansão em infraestrutura, soluções não residenciais e mercados emergentes.
Foto: Divulgação Saint-Gobain







