A edição de abril de O Vidroplano está no ar – e pode ser lida aqui. Este mês, a reportagem de capa comenta sobre um elemento fundamental para o trabalho com vidro: as ferragens. Elas permitem não só a fixação do material, mas também a movimentação das peças em diversos tipos de estrutura, como janelas, portas, boxes de banheiro e fechamentos em geral. E, assim como todos os componentes de um sistema envidraçado, devem ser escolhidas com atenção, de forma a garantir a integridade da instalação. Para conhecer mais sobre o mundo das ferragens, a revista conversou com algumas fabricantes para entender os benefícios das diferentes matérias-primas utilizadas, as tendências atuais de acabamento e como as empresas desenvolvem novos produtos para atender as demandas do mercado.
Energia sob controle: a importância da gestão estratégica no consumo de eletricidade para as processadoras
Para quem comanda uma processadora, a conta de luz não é apenas um boleto: é um dos insumos mais pesados da operação. Em tempos de tarifas em alta, novos encargos e a cobrança constante por sustentabilidade, poupar eletricidade deixou de ser uma simples meta técnica: virou questão estratégica. Diferentemente das usinas de vidro plano, que dependem do gás natural, o coração do processamento bate forte no setor elétrico. E é exatamente aí onde moram as oportunidades: seja migrando para o mercado livre, investindo em fontes renováveis ou refinando a eficiência no chão de fábrica, o caminho para o lucro passa, obrigatoriamente, por uma gestão energética mais inteligente.
Plante conhecimento e colha benefícios: conheça o Programa de Pontos Educavidro
A mais completa plataforma de educação a distância do Brasil sobre o trabalho com vidro agora oferece um programa de pontos exclusivo para as empresas e entidades engajadas na qualificação do mercado. A iniciativa reforça o compromisso em multiplicar o conhecimento técnico sobre o vidro, incentivando os agentes de nosso setor a atuarem como promotores da plataforma junto a colaboradores, vidraceiros, especificadores e demais profissionais da cadeia. Ao indicar o Educavidro para sua rede de relacionamento, sua empresa ou entidade contribui para a expansão do conhecimento técnico em todo o País e ainda é reconhecida por esse engajamento, tendo acesso a benefícios exclusivos.
Editorial: “Até quando esperar?”
O presidente da Abravidro, Rafael Ribeiro, analisa o fraco desempenho do setor no início de 2026 e as expectativas para o restante do ano: “São preocupantes os relatos de atraso nas obras, seja por falta de mão de obra ou porque o ritmo de venda dos imóveis está aquém do esperado, o que contribui para a retração do consumo de vidro. É claro que, em algum momento, as obras serão retomadas e o vidro será consumido – a questão é saber quando isso vai acontecer”.
China Glass 2026: as percepções dos brasileiros que visitaram a feira
Consolidada como uma das maiores feiras mundiais do setor em tamanho, a 35ª edição da China International Glass Industrial Technical Exhibition (mais conhecida como China Glass) contou com a presença expressiva de profissionais e empresas brasileiras, muitas delas integrando missões organizadas com o objetivo de acompanhar de perto as inovações tecnológicas direcionadas ao nosso material.
Quais são os parâmetros para a futura norma de fachadas-cortina?
Representando hoje um importante mercado para a aplicação de vidros arquitetônicos no Brasil, as fachadas-cortina são responsáveis por unir estética contemporânea, transparência e eficiência energética. Bem por isso, essas “peles de vidro” careciam de uma regulamentação nacional exclusiva. Esse cenário começa a mudar com o avanço de uma norma inédita, desenvolvida pela Comissão de Estudo de Esquadrias e Fachadas-cortina, do Comitê Brasileiro de Esquadrias, Componentes e Ferragens em Geral (ABNT/CB-248).
Conforto no lar: como os vidros se tornaram destaque da Casa Heinemann, em SP
Algumas obras se tornam verdadeiros desafios arquitetônicos graças às características do terreno onde são construídas. A Casa Heinemann, localizada na capital paulista, é assim: erguida num espaço pequeno, os arquitetos precisavam de criatividade para dar vida ao local, garantindo a entrada de luz natural e a integração com o exterior. Não à toa, usou-se o único material capaz de oferecer isso e muito mais: o vidro, claro.








