Como o vidro se encaixa dentro do conceito do retrofit

A modernização de edificações antigas impulsiona o retrofit no Brasil e amplia o protagonismo do vidro em conforto, eficiência energética e valorização dos imóveis
Por Redação Abravidro
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Como o vidro se encaixa dentro do conceito do retrofit

É possível revitalizar obras antigas com o objetivo de levar a elas a tecnologia e o conforto encontrados nos projetos atuais. Esse conceito, conhecido pelo termo em inglês retrofit, ganha espaço na construção nacional, especialmente em grandes cidades – e, como não poderia deixar de ser, o vidro tem um papel especial nisso tudo.
Nesta reportagem de O Vidroplano, confira qual a importância do retrofit e saiba de que forma o mercado vidreiro pode se beneficiar com sua popularização.

O que é
De acordo com o estudo Retrofit no mercado imobiliário brasileiro (publicado em novembro de 2025 e organizado pela Brain Inteligência Estratégica, com apoio do Santander e Santander Holding Imobiliária), o termo se refere a reformas e/ou modificações em edifícios antigos, visando a ampliar sua vida útil, conforto e funcionalidade por meio da incorporação de avanços tecnológicos do segmento de materiais de construção.

O retrofit surge, então, como uma solução prática para adaptar e modernizar edificações sem a necessidade de demolição – algo relevante dados o crescimento das cidades e a escassez de terrenos disponíveis. “Esse processo, que se diferencia de uma simples reforma, envolve a incorporação de tecnologias e adequações às normas vigentes, garantindo maior eficiência energética, segurança e acessibilidade. A crescente demanda por sustentabilidade e o uso eficiente do espaço urbano tornam o retrofit uma prática cada vez mais importante na construção civil brasileira”, analisa o estudo.

Importância do conceito
Para o presidente do Conselho Consultivo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, existe uma contradição em boa parte das metrópoles nacionais: elas contam com regiões inteiras que foram progressivamente esvaziadas, apesar de terem ali infraestrutura instalada, incluindo transporte, saneamento, serviços e equipamentos urbanos. “Deixamos estruturas prontas subutilizadas enquanto continuamos expandindo as cidades e realizando novos investimentos em infraestrutura, os quais, depois, precisarão ser mantidos permanentemente”, comenta. É aí onde entra o retrofit: reintroduzir vida não só a prédios, mas também a localidades inteiras, como bairros ou centros históricos. “Em diversos países, o retrofit já representa a maior parte da atividade imobiliária. Na Holanda, por exemplo, chega a responder por cerca de 80% do mercado.

E a relevância não está somente na modernização das edificações, estejam elas ocupadas ou não, mas também por atuar em favor da sustentabilidade do setor da construção – afinal, ao reutilizar estruturas existentes, o retrofit evita o desperdício de materiais, reduzindo a geração de resíduos. Além disso, aumenta a eficiência energética dos projetos, incentivando o menor uso de energia elétrica favorecendo a busca por conforto térmico sem a necessidade de ar-condicionado e por iluminação natural, por exemplo) e de energias renováveis.

“As metodologias construtivas evoluíram ao longo dos anos, com a utilização de materiais mais leves e tecnológicos”, explica Ana Caminha, gerente Técnico-Comercial da Guardian para os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. “Existem ainda certificações sustentáveis que incentivam o bem-estar do usuário nas edificações, como as do Procel, Fitwel, Leed e Edge. E edifícios antigos, ao passar por um processo de retrofit, podem se tornar elegíveis a essas certificações e obter vantagens em financiamentos, como a redução de taxas de juros para o incorporador e, em algumas regiões, até mesmo isenção de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).”

Por falar em bem-estar, esse é um dos pontos fundamentais em que o retrofit atua. “Cada vez mais, os proprietários e usuários buscam espaços que sejam funcionais, sustentáveis e que atendam suas necessidades da melhor forma”, aponta o gerente da Vitral Vidros Planos, Augusto de Oliveira. E, de acordo com o arquiteto Celso Rayol, fundador do escritório Cité Arquitetura, esse deve ser o foco da construção moderna. “Oferecer vantagens para o consumidor é sempre um mote em todos os projetos. As facilidades do dia a dia, principalmente no que diz respeito ao conforto acústico e térmico, além das questões de automação, são aspectos que tornam a vida mais prática e, consequentemente, fazem sobrar mais tempo para aproveitá-la.”

Leia o estudo da Brain na íntegra

Incentivos públicos fazem o retrofit crescer no Brasil
A pesquisa da Brain com o Santander indicou a existência de 59 retrofits presentes em cinco capitais analisadas (Fortaleza, Salvador, São Paulo, Recife e Rio de Janeiro). O número pode parecer pequeno, mas é um crescimento considerável se comparado ao mercado de poucos anos atrás – e o desenvolvimento do segmento se dá especialmente pela presença de programas públicos de incentivos. “Há um mercado antes e depois de 2021, quando surgiram esses programas. Não teríamos esse nível de produção sem os incentivos”, afirma o líder da Santander Holding Imobiliária, Guilherme Carlini, em depoimento ao jornal O Estado de S. Paulo sobre o assunto.

Nos últimos anos, as legislações têm evoluído para facilitar a aplicação do retrofit como solução viável ao crescimento urbano. As duas cidades que mais concentram projetos do tipo são exemplares nesse sentido. Em São Paulo, existe o Requalifica Centro, programa que prevê isenção do IPTU durante o período de obras e a renegociação de dívidas antigas associadas ao imóvel. No Rio de Janeiro, o Reviver Centro atua de forma semelhante, com isenção também do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e benefícios fiscais para empreendimentos que promovam a conversão de edifícios comerciais em habitações de interesse social.

“Para que se torne uma alternativa mais presente na modernização do estoque imobiliário, é essencial avançar na redução de entraves regulatórios, aumentar a segurança jurídica e criar condições que tornem esses projetos economicamente viáveis e atrativos para os empreendedores”, alerta Martins, da CBIC. “Quando isso acontece, o retrofit deixa de ser apenas uma solução pontual e passa a se tornar uma estratégia estruturante de desenvolvimento urbano mais eficiente e sustentável.”

Onde o vidro se encaixa?
As possibilidades de nosso material fazem o vidro ser um elemento fundamental para oferecer esse bem-estar que os usuários tanto procuram hoje em dia. “Muitas vezes estamos falando de edifícios bem-localizados, em áreas centrais já consolidadas, que podem ser requalificados para atender novas formas de viver. Há uma demanda crescente, especialmente entre os jovens, que possuem hábitos de vida diferentes – valorizam localização, mobilidade, serviços e qualidade do espaço urbano. A renovação do patrimônio construído pode responder diretamente a essas novas expectativas”, comenta Martins, da CBIC.

Como afirma o professor e pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Fernando Westphal, o vidro é um elemento-chave para essas situações. “Poucos projetos construídos no Brasil antes dos anos 2000 possuem vidros de controle solar. A maioria ainda dispõe de chapas incolores – e, nas situações em que há desconforto térmico devido à alta insolação, costuma-se aplicar películas de controle solar, as quais, ao final de sua vida útil, apresentam sinais de desbotamento e descolamento”, explica. Engenheiro e consultor, Westphal afirma que o vidro de controle solar corrige esses problemas, além de ser utilizado na ampliação de áreas antes descobertas, como varandas e pergolados. “Também é frequente a substituição de float comum por laminados por questões acústicas. Em outras situações, o papel do vidro no retrofit é ainda mais preponderante, e as peles de vidro entram como uma estratégia de reformulação total da fachada, atualizando a estética do empreendimento.”

De acordo com Ana Caminha, da Guardian, a ideia de que o retrofit deve manter todas as características e materiais originais vem sendo revista. “Hoje, busca-se preservar a identidade visual do conjunto arquitetônico, mas aplicando as melhores práticas de projeto e materiais”. Isso abre inúmeras oportunidades para a aplicação do vidro, já que a evolução da indústria vidreira garante a fabricação de produtos altamente tecnológicos. Para a coordenadora de Mercado da Cebrace, Danila Ferrari, uma grande tendência moderna é a preocupação com o conforto acústico dos ambientes. “A utilização de laminados acústicos, ou sistemas que utilizem insulados em janelas e fachadas, permite reduzir a entrada de ruído externo, elevando a qualidade de vida em residências e podendo até melhorar a produtividade nos escritórios”, afirma.

“Antigamente, muitas decisões precisavam ser tomadas a partir de outros elementos, como a espessura das paredes ou a criação de brises. De certa forma, o vidro cumpria apenas o papel de fechamento”, relembra Celso Rayol, do Cité Arquitetura. “Hoje, esse material nos oferece inúmeras possibilidades de relação com a vista. É ele, o vidro, que faz a mediação entre a paisagem e o edifício, entre as pessoas e a cidade.”

Aplicações na prática
De acordo com as fontes consultadas para esta reportagem, os principais usos do vidro em retrofits incluem:

  • Atualização de fachadas, podendo até mesmo remodelar de forma substancial a estética do projeto;
  • Substituição de janelas e esquadrias por modelos mais eficientes;
  • Fechamento de áreas de estar que antes eram expostas a intempéries, como varandas, pilotis e pergolados;
  • Instalação em coberturas e claraboias, para ampliar a entrada de luz natural;
  • Aplicação em divisórias internas, guarda-corpos e varandas;
  • Além, claro, da simples substituição de vidros antigos, muitas vezes empregados sem o beneficiamento adequado para promover a segurança ou sem revestimento de controle solar, por exemplo.

A Vitral Vidros Planos, que é de Brasília, tem visto um movimento grande na direção de retrofits em obras da capital federal. “Essa é uma prática relativamente nova por aqui, tendo em vista que a cidade tem apenas 65 anos. Até em função dessa idade, os imóveis, em especial os prédios residenciais, estão entrando na fase da necessidade dos retrofits”, revela Augusto de Oliveira. Segundo ele, esse tipo de construção geralmente recebe vidros nas fachadas, focando em uma estética mais moderna e atrelada ao desempenho térmico e acústico de nosso material. “A boa notícia é que, na maioria dos casos, são aprovados os vidros especificados pelo escritório de arquitetura, o qual, geralmente, indica vidros de controle solar, sejam eles refletivos ou neutros, nas versões laminadas.”

Outro exemplo prático de como o vidro pode mudar uma edificação: a Cité Arquitetura trabalha num retrofit de um edifício localizado na Praia do Leblon, no Rio de Janeiro, muito castigado pelo Sol poente. “Na época de sua construção, foi utilizado um vidro com uma coloração bronze para mitigar os efeitos da insolação. Agora estamos colocando chapas extremamente transparentes – com isso, parece que o mar está dentro do apartamento. Essa é uma das possibilidades da tecnologia do vidro”, explica Celso Rayol.

O arquiteto considera ainda outro ponto relevante para a aplicação do material: ele pode funcionar como um elemento de transição entre uma edificação antiga e sua renovação. “A transparência cria uma espécie de continuidade, conseguimos ver através das coisas. Isso é muito útil em situações nas quais precisamos estabelecer uma interlocução entre passado e presente. Em um projeto nosso, criamos um elevador externo para garantir acessibilidade a uma casa antiga num condomínio. E esse elevador foi feito com fechamento envidraçado, justamente para não criar um contraponto com a fachada
histórica”, conta.

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Tecnologia vidreira: principal amiga dos retrofits
Segundo estudo da consultoria internacional de mercado Grand View Research, o segmento global de vidros tecnológicos deve ultrapassar os US$ 11 bilhões até 2030, sendo impulsionado pelo aumento da demanda por construções eficientes e alinhadas às diretrizes de Environment, Social & Governance (ESG). Isso revela uma boa perspectiva para um aumento ainda maior do uso de vidros de valor agregado.

Uma simulação conduzida por cientistas da Universidade Federal de Pelotas mostrou que o uso de vidros eletrocrômicos (que ficam translúcidos ou transparentes, dependendo da necessidade de iluminação natural) em prédios construídos em climas quentes, como em Manaus, proporcionou significativa redução na carga térmica interna, diminuindo a demanda por ar-condicionado e melhorando o conforto térmico.

“Além dos ganhos ambientais e econômicos, o uso de soluções sustentáveis tem se tornado um importante diferencial competitivo no mercado imobiliário. A incorporação de vidros inteligentes não apenas melhora o desempenho energético das construções, mas também eleva o valor dos empreendimentos”, aponta o gerente-comercial da Corning para a América Latina e Caribe, Gabriel Amadei.

Para o arquiteto e urbanista Elon Pfeiffer, a indústria vidreira moderna pode ser considerada a ponta de lança do mercado de retrofits. “Hoje em dia, conseguimos trazer todos os benefícios do vidro a um bloco de prédios de cinquenta anos, usando peças praticamente incolores e preservando o conceito original das edificações. Esses avanços facilitam a decisão de executar um retrofit por parte dos condomínios, pois está aliado a um custo-benefício ótimo – sem contar que a valorização dos imóveis costuma ser de 20% a 30% após a renovação”, reflete.

Antes

(foto: Marcelo Calil)

Depois:

(foto: Marcelo Calil)
Para a realização da edição Brasília da mostra de arquitetura Casa Cor 2025, o prédio da Casa do Candango, na Asa Sul da cidade, foi totalmente revitalizado após ficar abandonado por mais de uma década. A nova fachada com vidro e brises ganha vida especialmente à noite, graças à iluminação (foto: Marcelo Calil)

Convencimento do mercado
Chegamos, então, a um assunto muitas vezes abordado nas páginas de O Vidroplano: a importância de disseminar o conhecimento técnico sobre o vidro. Não adianta termos produtos cheios de possibilidades se o cliente final – ou mesmo o especificador – as desconhece.

Para retrofits, o desafio continua, aponta o arquiteto Celso Rayol. “É muito comum termos um orçamento inicial ou avaliações preliminares que acabam sendo alteradas durante o processo. Sempre surgem custos adicionais inesperados, como reforços estruturais. Nesse contexto, o vidro pode, sim, apresentar uma dificuldade maior para ser especificado com precisão desde o início”, pondera. “Porém, como essas obras acontecem em edifícios que estão sendo revisitados, frequentemente surgem questões relacionadas ao ruído ou à falta de proteção solar adequada. Nesses casos, temos conseguido fazer uma especificação correta da qualidade do vidro e até convencer de forma mais fácil os clientes sobre as vantagens da substituição por um produto com maior transparência e tecnologia. Muitos dos projetos que realizamos estão localizados em áreas com um entorno exuberante da cidade do Rio de Janeiro, o que torna essa relação com as vistas, com a paisagem, ainda mais importante.”

Por isso mesmo, a contratação de um profissional especialista em retrofit se torna fundamental para o processo de alinhamento de informação. “Os clientes geralmente não têm conhecimento sobre os tipos de vidro e seus benefícios. É necessário que uma assessoria seja contratada para o amadurecimento de decisões da coletividade quanto à especificação adequada dos vidros para cada situação”, analisa o arquiteto Elon Pfeiffer. “Como resultado final, o retorno prometido faz com que os clientes satisfeitos tenham consciência da importância do vidro na execução de suas obras, ajudando-os a estar mais alinhados com o que o mercado tem a oferecer.”

Normas técnicas
A atualização estética é um chamariz, mas um retrofit importa também pela atualização de um projeto em relação às normas técnicas. “A maior parte das normas brasileiras foi concebida para edificações novas, projetadas e executadas a partir dos padrões atuais. Naturalmente, construções erguidas há cinquenta ou sessenta anos não conseguem atender essas exigências. Isso não significa que não seja possível qualificá-las”, analisa José Carlos Martins, da CBIC.

Mas é preciso entender que o retrofit não vai transformar um edifício antigo em uma obra nova. “Intervenções de retrofit permitem melhorar significativamente as condições estruturais. Em muitos casos, estamos falando de prédios que hoje estão degradados, ocupados de forma precária ou até invadidos, o que representa riscos reais para quem vive ou utiliza esses espaços”, comenta Martins.

“No caso das fachadas, o retrofit permite reavaliar a especificação dos vidros e das esquadrias elevando o padrão técnico da edificação”, indica Danila Ferrari, da Cebrace – e as fachadas contam bastante nesse tipo de revitalização, pois são estruturas nas quais a revisão das especificações de vidros e esquadrias têm grande impacto.

(foto: Felipe Cohen PMNV/Site MN)
Após passar por um extenso projeto de restauração, o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, ganhou uma claraboia envidraçada com o objetivo de garantir a preservação de sua escada – até então descoberta e exposta a intempéries. A nova estrutura leva o vidro de controle solar Neutral Plus 50, da Guardian, processado pela GlassecViracon. Além de manter a iluminação natural pela qual o espaço era conhecido, protege o acervo e o mobiliário de raios UVA e UVB (foto: Reprodução site MN)

A ABNT PR 1010 — Aplicação e manutenção de vidros na construção civil determina que o tipo de vidro usado em retrofits deve seguir o que está indicado na principal norma vidreira, a ABNT NBR 7199 — Aplicações de vidros na construção civil – Requisitos. Além disso, ela é explícita ao orientar que:

  • Para reformas de sistemas envidraçados, devem ser seguidas as ABNT NBR 7199, ABNT NBR 10821 e ABNT NBR 16280, ou outras normas brasileiras aplicáveis, além dos manuais da edificação e das instruções
    dos fabricantes.
    Em complemento, a ABNT NBR 16280 — Reforma em edificações: Sistema de gestão de reformas – Requisitos estabelece que o plano de reforma, elaborado por profissional habilitado, deve assegurar o atendimento às legislações vigentes e normas técnicas pertinentes para a realização das obras.
    “Esse enquadramento normativo faz do retrofit uma oportunidade para corrigir aplicações inadequadas e adotar vidros de segurança em conformidade, reduzindo riscos e agregando benefícios contemporâneos como eficiência energética, controle solar, conforto acústico e maior durabilidade – isso tudo modernizando o desempenho do edifício, mas sem descaracterizá-lo”, opina o presidente da Abravidro, Rafael Ribeiro.
    A entidade, inclusive, em uma ação em parceria com a NürnbergMesse Brasil, organizadora da Glass South America, oferece acesso gratuito e por tempo limitado à versão digital da ABNT NBR 7199 – acesse o documento pelo ícone abaixo e imprima seu exemplar.
    Você também poderá encontrar mais conteúdo sobre retrofits em dois cursos do Educavidro: “Introdução do Vidro na Arquitetura” e “Economia de Energia em Edifícios Novos e Reformas”.

Antes:

Depois:

Um retrofit não envolve apenas as estruturas com vidro de uma edificação: neste exemplo, todos os elementos da fachada são renovados, incluindo a instalação de revestimento de alumínio por cima do concreto com pintura manchada (foto: Marcelo Calil)

Acesse a ABNT NBR 7199 de graça, aqui

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Foto de abertura: Marcelo Calil

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